Banco de Leite de Ceilândia pede doações em caráter de urgência

22 02 2011

Desde o início do ano os índices de doação de leite no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) diminuíram consideravelmente e chegaram a índices críticos.  A demanda mensal que o hospital recebe é de 120 litros para abastecer a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal, em janeiro, foram arrecadados apenas 42 litros. Nesse mês de fevereiro até o momento, apenas 30 litros estão no freezer do HRC, representando 25% do necessário. Os estoques de leite materno nos hospitais públicos do DF cada dia que passa preocupa mais.

Segundo a chefe do banco de leite do HRC, Derlucy Gomes, o hospital nunca passou por um momento como este. “Houve épocas que recebíamos 30 litros de leite por dia, agora, esse valor não consegue ser atingido nem em uma semana inteira”, lamenta. Ainda segundo ela, a produção é muito relativa e varia de mãe para mãe. “Já tivemos doadoras que, em uma semana, conseguiram coletar 10 litros”, disse Derlucy. Em 2010, os bancos de leite do DF arrecadaram 17, 800 litros.

Quem pode doar

Somente as lactantes em perfeitas condições de saúde podem ser doadoras. As regras para a coleta de leite são parecidas com as de sangue. Mães que estejam tomando medicamentos controlados, gripadas, ou que possuam determinadas doenças sexualmente transmissíveis não podem doar.

Como doar

Mães que querem fazer a doação devem ligar no número 3372-9652 e uma equipe do Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Ceilândia vai até a casa da doadora para recolher o alimento. Se preferir pode ligar também para o Corpo de Bombeiros, disque 193.

 

Colaborou: Lanya Garcia e Cristiane Matos

Foto: Google

 

 

Advertisements




Fábrica de Cosméticos é fechada por policias

18 02 2011

Uma fábrica de cosméticos clandestina foi fechada pela polícia na QNP 30, no setor P. Sul, em Ceilândia. Três pessoas envolvidas no esquema foram presas. Elas adulteravam produtos que utilizavam formol e também falsificava os rótulos com código de barras e número de autorização da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foram apreendidos cerca de 60 litros de formol, cremes, xampus, 500 embalagens vazias e rótulos. A área de serviço da residência servia de laboratório. As misturas de creme e formol eram batidos no liquidificador. Os produtos eram vendidos para salões de beleza de Samambaia, Taguatinga Norte e Ceilândia. O grupo já atua no mercado há pelo menos um ano e meio.

Policiais desconfiam que as funerárias forneciam o formol. Os presos vão responder por adulteração e falsificação de cosméticos. A pena para esse crime é de até 15 anos de reclusão.  

Colaborou: Lanya Garcia    –  Foto: Divulgação